o chamado

O filme é um remake de um sucesso japonês de 1998: Ringu. O nome é uma adaptação de Ring, que em inglês é a campainha do telefone (e não “anel”, que em japonês tem outro nome). A história do filme japonês está aqui.
Dizem que ele é ainda mais assustador que o remake, e que uma coisa estranha aconteceu no set de filmagens: a atriz que faz a jornalista viu um rosto de uma menina no reflexo da TV, e isso aparece no filme, embora não tenhamos como precisar o que seja. Mas o que quase ninguém sabe é que o filme japonês foi (em parte) baseado em fatos reais:
Existia uma vidente chamada Mifune Chizuko (no qual foi baseada a mãe da menina Samara) que aos 25 anos suicidou-se após uma demonstração pública de mediunidade onde ela foi acusada de charlatanismo. Um ano depois desse incidente nasce Takahashi Sadako, uma menina que conseguia criar imagens em fotografias e outras mídias, usando o poder da mente (nensha, em japonês). O diretor japonês (que acredita que Sadako possa ter sido a reencarnação de Chizuko) resolveu usar o mesmo nome – Sadako – para batizar a garota que viria a ser conhecida por Samara, na versão norte-americana.Trivia: Existe uma versão de Ringu em VCD lá pelas bandas de Singapura em que as pessoas atacadas por Sadako ficam com a boca na vertical, o que torna o filme ainda mais pavoroso.
Se formos encará-lo como cinema de terror, vamos achá-lo comercial e bobo demais. Mas não era esta a intenção dele. O roteiro esconde muito mais coisas do que supõe-se à primeira vista. Se você ainda não viu, não leia o post abaixo, pois vou tentar explicar o filme do ponto de vista dos verdadeiros “criadores” do filme, que influenciaram o diretor e o roteirista:

O filme é sobre uma misteriosa fita de VHS com imagens surreais, que foi feita com a nítida intenção de evocar na platéia medos conscientes e inconscientes. O fato é que, sete dias após ver esta fita, os personagens morrem misteriosamente. O que o pessoal no cinema não entende é: quem filmou essa coisa? Ela não foi filmada, e sim “plasmada” direto no VHS. Essa habilidade não é coisa de cinema: uma menina japonesa chamada Takahashi Sadako conseguia imprimir imagens em fotografias e outras mídias usando o poder da mente, e foi justamente a inspiração para a criação da menina Samara, do filme. São muito conhecidos casos de espíritos que conseguem aparecer em fotografias e até mesmo pela TV.

Por que sete dias? Seria talvez o tempo necessário para criar sintonia com a vítima, já que a mesma vai ficar pensando que pode morrer das mais diversas formas por uma semana. Imagine então a quantidade de formas-pensamento que o obsessor (no caso, a Samara) vai poder se utilizar, como se fossem ferramentas, para conseguir seu intento! Não que ela vá pegar uma forma-pensamento e transformá-la em realidade, mas, a própria “É parte da cura o desejo de ser curado”, já dizia o filósofo romano Sêneca, em 4 a.C. O contrário também é verdadeiro.)conformação mental(É parte da cura o desejo de ser curado,  já dizia o filósofo romano Sêneca, em 4 a.C. O contrário também é verdadeiro.’) da vítima já cria toda uma brecha no físico para que o corpo seja de fato atacado. Além do que, o medo é o melhor amigo do seu inimigo, principalmente o desencarnado, pois abre brechas na suas defesas energéticas.

Quando finalmente chega o 7º dia, o estado de tensão da vítima é total. Basta um detonador (que seria, no caso, a aparição da menina na TV) para desencadear um ataque do coração ou outra coisa qualquer. A cena mais horripilante do filme é quando a menina “sai” da TV. Uma simples, mas efetiva materialização (ideoplastia), onde o espírito aproveita-se da energia anímica do encarnado em estado de pânico (a adrenalina provoca um aumento do fluxo do sangue e, conseqüentemente, das energias etéreas) para roubar-lhe tanta energia que pode ser possível a agregação do ectoplasma(Substância gerada pelo corpo do encarnado, diferente de qualquer matéria até então conhecida. Invisível aos nossos olhos e parcialmente visível no papel fotográfico. Tal substância foi cuidadosamente examinada em 1903 pelo eminente fisiologista francês Dr. Charles Richet (Nobel de medicina em 1913), que a batizou de ectoplasma para fazer um revestimento para o espírito. Muitos casos desses foram e ainda são documentados, principalmente em operações mediúnicas (nesses casos, os espíritos alocam energia dos diversos médiuns doadores presentes).

É óbvio que a pessoa não poderia morrer daquele jeito pelas mãos do “fantasma”, nem a “água ectoplásmica” permaneceria no local (uma vez que a fonte doadora de ectoplasma cessa, a matéria se desagrega e some), mas é interessante notar que, no final, o filme envolve a platéia no mesmo roteiro que o dos personagens. E é exatamente isso que acontece com quem assiste: está sendo vampirizado e nem se toca. O pavor e a adrenalina que procuram extrair da platéia é o mecanismo pelo qual os desencarnados podem se “alimentar”. Explico: quando a pessoa morre, mantém em seu perispírito (duplo etérico) toda uma cópia, célula a célula, do seu corpo “físico”. Boto o apóstrofo, pois o perispírito TAMBÉM é físico, só que vibra numa freqüência mais elevada, invisível aos humanos. Assim como não vemos o ultravioleta e alguns animais vêem, cachorros e gatos podem ver a presença de alguns desses espíritos, por isso não é incomum vermos cachorros latindo para a parede ou gatos (eram cultuados como animais sagrados no antigo Egito por este motivo – sua visão do mortos – assunto pelo qual os egípcios tinham fascínio absoluto)se assustando e correndo sem motivo.

Então esse corpo sutil pode se alimentar inteiramente de uma energia ainda mais sutil, que pode ser retirada do ar (prana). Mas os espíritos que ficaram arraigados aos prazeres materiais “curtem” a energia animal, que possibilita a eles sentirem como se estivessem novamente na carne. Então, assim como se faz com uma bateria de carro que está vazia, eles fazem uma “ligação direta” em algum encarnado (preferencialmente um pouco No filme Matrix, a conexão com o corpo humano, de onde as máquinas tiram sua energia, “coincidentemente” é no mesmo ponto.’)acima da nuca – entre os chakras frontal e o laríngeo – por onde eles pegam o resultado da energia que corre pela espinha). Os espíritas os chamam de obsessores. Também podem ser considerados vampiros. É comum o obsediado ficar fraco e com aspecto cansado, afinal está produzindo energia para dois! Uma defesa efetiva é imaginar uma luz de cor verde na sua nuca, pois assim você estará criando uma forma-pensamento numa freqüência de cor que tem uma propriedade desagregadora, destruindo assim a forma-pensamento do obsessor que se acoplou em você (igual ao plugue que conecta Neo na Matrix).

Outra técnica de defesa para evitar ser acompanhado por estes “elementos” consiste no reforço do pensamento (pensamento é tudo nesse mundo etéreo) ao bater o pé no chão(Todo ato, para refletir eficientemente no mundo espiritual,  pode e deve ser acompanhado de um ato físico, o que reforça nossa atenção no que estamos fazendo. Daí os rituais praticados nas mais diversas escolas iniciáticas e pelos (malditos) satanistas.) e falar: “O que é meu, vai; O que não é, fica!“. Se logo depois você pensar algo do tipo “que coisa idiota que estou fazendo…“, vai estar dando uma contra-ordem mental pra desfazer o que você fez. Portanto, tenha “fé”.

Referência: Explicação para o filme;
História do espiritismo;
Avião fantasma da 2ª guerra

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