11 DE SETEMBRO

Hoje sabe-se que o então chanceler Hitler mandou incendiar o Parlamento (Reichstag) Alemão em 1933, atribuindo a culpa a “terroristas” comunistas, o que permitiu a Hitler assumir através do terror (e com apoio da população) poderes ditatoriais. Hermann Goering (o chefe de propaganda nazista) disse “Tudo o que se tem de fazer é dizer às pessoas que elas estão sendo atacadas, denunciar os pacifistas por falta de patriotismo, e expor o país ao perigo. Funciona em qualquer país”.

Hoje sabe-se que o ataque de Pearl-Harbor em 1941 contou com a conivência do governo dos EUA para que a investida japonesa fosse um sucesso. Secretamente deixaram os piores navios e tripulação no porto, com uma ou duas peças de valor para serem sacrificadas, pois precisavam de um motivo forte pra convencer a opinião pública a entrar na 2ª guerra mundial. A imagem de Pearl harbor foi explorada intensamente pela mídia norte-americana para incitar o ódio aos “covardes” japoneses.

Na época não se sabia dessas manobras dos governos para controlar o povo. Alguns desconfiavam, e denunciavam, mas eram minoria, facilmente silenciáveis através da máquina de opressão e propaganda.

Novamente a história se repete.

Graças a um espetacular atentado “terrorista”, feito por estrangeiros, os norte-americanos abdicaram de todos os seus direitos constitucionais em favor do governo.

Meu interesse por esse assunto começou quando alguém questionou Oráculo sobre o papel kármico de Bin Laden no 11 de setembro. Daí ela nos respondeu com uma pergunta: “e quem disse que foi Bin Laden?” Falou então de “um filho frustrado que quis terminar de todo modo o que o pai havia começado”. Bush, claro!! Como sempre, Oráculo foi muito sutil com as palavras. A frase acima não exclui a possibilidade do ataque ter tido um mentor externo (como Bin Laden), mas aponta no mínimo a conivência do Sr. Bush. Me aterrorizava a idéia de um presidente deixar matar mais de 3.000 pessoas por interesses escusos, como glória, poder e dinheiro. Mas, pesquisando na Internet, vê-se dezenas e dezenas de páginas que mostram (e comprovam) que a coisa foi tão encenada que não dá pra esconder, então a grande mídia simplesmente ignora, finge que não vê. Como não é notícia nos EUA, não é notícia aqui, na colônia Brasil. Por isso me dei ao trabalho de traduzir boa parte do material encontrado lá fora, para que o povo brasileiro não fique na ignorância por conta da barreira linguística. Não inventei nada. Limito-me a traduzir e citar as fontes, que na maioria das vezes usam textos de agências de notícias para embasar suas teorias.

Quem tem alguma memória e não se deixa influenciar pelas notícias “oficiais”, vai lembrar que o Papa Bento XVI na verdade é Benedito em todo o resto do mundo. O que isso tem a ver com os atentados de 11 de setembro? Nada, é só um aquecimento pra lhe lembrar que uma mentira repetida diariamente nos jornais e TV se torna natural. Foi o que fizeram nos EUA para que os ataques de 11 de setembro levassem à invasão do Iraque e Afeganistão, dois países que nunca tiveram NADA a ver com os atentados. Os supostos “terroristas” provinham do Egito e Arábia Saudita, e o Talibã é tão culpado por acobertar Osama Bin Laden quanto a própria família dele, que goza de prestígio nos EUA (especialmente entre a família Bush). Bin Laden (estranhamente) em princípio negou a autoria dos atentados, e só em dezembro de 2001 liberou um vídeo onde falou dos ataques, e sumiu da mídia, para reaparecer “coincidentemente” a poucos meses da eleição dos EUA, em um vídeo com ameaças aos Estados Unidos, o que ajudou Bush a se reeleger… Vamos rever a cronologia dos fatos, analisando friamente as “coincidências” que possibilitaram a Bush assumir o papel de “ditador do mundo” com poderes legais e ilimitados, dados espontaneamente pelo aterrorizado povo norte-americano.

11 de setembro, 7h55 a 8h15

Os supostos “terroristas” embarcam em vôos saindo de Portland, Washington e Boston. O terrorista que ficou mais conhecido foi o piloto de um dos aviões, Mohammed Atta (o da foto maior), que embarcou no aeroporto de Portland, de onde foram feitos os vídeos. Aí começam as incongruências: os vídeos não servem pra identificar qualquer pessoa que seja, mas o FBI se apressou em dizer que eram Mohammed Atta e Abdulaziz Alomar. Mas Michael Tuohey, que trabalhava no guichê recebendo os tickets, lembra claramente que falou com dois homens árabes que usavam paletó e gravata, mas as câmeras (que ficavam 100 jardas depois do guichê) registraram os dois homens em trajes esporte! A câmera que faria a identificação definitiva, instalada no guichê, de acordo com o FBI estava quebrada há meses, só que o Sr. Michael Tuohey (que trabalhava embaixo da câmera) nunca soube disso até o agente dizer!!

Segundo a ex-namorada de Mohammed Atta, ele era hedonista, cheirava cocaína e freqüentava boates de stripper. Um “disfarce” perfeito para um “religioso fundamentalista islâmico”, pronto para se tornar um “instrumento de Allah contra os infiéis”, não é? (leia mais)

Segundo o pai de Atta, ele nunca voou nem uma pipa, e se surpreendeu em saber que o filho havia tido aulas de pilotagem: “Minha filha, que é médica, dava a ele remédios antes de cada viagem, para combater os tremores e vômitos que ele sentia ao entrar em um avião”. (leia mais)

E não é só isso: apareceram outras “evidências incriminatórias” para o Atta. Um Mitsubishi sedan que Atta teria alugado foi achado no aeroporto de Boston, com lições de vôo em árabe. Bela peça incriminatória, se não fosse o fato de que Atta estava pegando o vôo em Portland para ir a Boston. Por que Atta dirigiria até Boston, deixaria lá um carro contendo evidências incriminatórias de um plano secreto do maior e mais ambicioso atentado da história e voltaria pra Portland um dia antes de pegar um avião de volta pra Boston? E mais: na mala de Atta (que pegou outro vôo para fazer uma conexão em Las Vegas) foram “encontradas” instruções de como proceder no dia do atentado!!! Imagine a situação: fundamentalistas islâmicos tendo de beber, tomar drogas e viver como capitalistas por anos, pra cumprir uma missão suicida altamente secreta, e no dia da execução deixar um papel na MALA (coisa que se revista normalmente na alfândega) com instruções que não serão usadas mais pra nada (afinal, ele vai se matar, certo?).

Isso tudo só com Atta. Mas muitos outros árabes foram incriminados sem razão, e depois ficou descoberto que não eram terroristas (alguns até estão vivos, como Adnan Bukhari e Waleed Al-Shehri e mais sete pessoas) e que foram usadas identidades roubadas. O mais interessante que Atta e outros dois seqüestradores também tiveram seus passaportes roubados em 1999. Não é preciso ser muito gênio pra perceber que queriam incriminar certas pessoas de origem árabe, e particularmente o Mohammed Atta, porque foi através dele que Bin Laden foi incriminado! Não estou dizendo que Atta é inocente – Osama o chamou de Comandante-em-chefe, em um vídeo – mas foram armadas “evidências” para incriminá-lo.

A mentira mais doentia que o FBI inventou foi dizer que encontrou nos destroços do WTC o passaporte de Satam Al Suqami, supostamente um dos terroristas!!! Vocês já olharam a bola de fogo que o avião cheio de combustível fez? Nem se o passaporte fosse de amianto teria escapado! Toda a fuselagem do avião derreteu, as vigas de sustentação do edifício ficaram comprometidas, a maior peça de mobília encontrada nos destroços foi metade de um teclado, mas um simples passaporte sobreviveu de dentro do bolso de um dos terroristas!!! Pra um país que acredita até hoje na “bala mágica” que matou Kennedy, acho até que eles foram razoáveis… Como se não bastasse, eles usaram essa “técnica” novamente no vôo 93, que caiu na Pensilvânia… Acho que deviam fazer a caixa-preta dos aviões do mesmo tipo de papel usado nos passaportes.
World Trade Center; 8:46 a.m

Avião da American Airlines atinge a Torre Norte, em Nova York. Em uma fantástica “coincidência”, exatamente o grupo de bombeiros que estava com alguém filmando o tempo todo recebeu uma ligação anônima de alguém que sentiu cheiro de gás em certo local. Exatamente na hora em que eles estavam lá (um local aberto, com ótima visão das duas torres) o primeiro avião passa bem perto deles. Estivessem eles mais perto, não haveria tempo para filmar e não teríamos nenhum registro do primeiro ataque. Em tempo: não havia nenhum vazamento ou cheiro de gás no local…

Em dezembro de 2001, o presidente George W. Bush foi pego na mentira, quando revelou qual foi seu primeiro pensamento quando soube do ataque: “Eu vi um avião atingir a torre – a TV estava obviamente ligada – e eu, acostumado a voar, falei ‘Que piloto terrível. Deve ter sido um horrível acidente’.”

Ora, não havia NENHUM registro do primeiro avião atingindo a torre, porque o ÚNICO registro até o momento (o dos documentaristas) foi filmado em rolo (pra cinema) e só foi revelado à tarde. Por que então a mentira de Bush? Por que não contar a “verdade oficial”, de que ele foi informado do primeiro ataque no corredor da escola primária (onde ele havia sido convidado) e que mesmo assim continuou com a programação, mesmo quando soube do outro avião?? (esta cena está no excelente documentário Farenheit 11, de Michael Moore) Será que a versão oficial já foi uma encenação e ele a esqueceu?

Há ainda um outro registro em vídeo do primeiro ataque, desconhecido pela maioria das pessoas (eu incluso) até hoje (baixe aqui).
Washington; 8:55 a.m

O avião 77 (que alegadamente viria a se chocar com o Pentágono) some da tela de radar. O transponder – aparelhinho que serve como documento de identidade de um avião para o radar de controle de terra – foi desligado. Para os radares civis (secundários) ele desapareceu, mas automaticamente ele passa a ser monitorado por radares militares (primários). Só que exatamente na posição em que estava sobrevoando havia uma deficiência de radares primários, o que deixou o avião completamente invisível para todos os radares por 30 minutos (coisa que um controlador de vôo hoje aposentado nega, e diz que vários controladores alertaram os militares sobre o perigo de um avião fora de rota que estava SIM sendo monitorado). Só o ato de desligar um transponder já é considerado – pelos militares – uma ameaça ao espaço aéreo, e deveria ter sido enviado ao local caças interceptadores em questão de minutos. Mas os militares não fizeram NADA por quase meia hora, e culparam a equipe civil de radar por eles terem avisado os militares somente às 9:24 a.m (o avião supostamente atingiu o Pentágono às 9:37). Só que o monitoramento é automático, assim que o transponder é desligado, e não requer alerta algum! Pressionado, a Força Aérea confessou uma bizarra “coincidência”: Exatamente no dia e hora em que alguns malucos árabes escolheram pra atacar os EUA, os militares estavam fazendo exercícios de guerra onde constavam nada mais nada menos que 22 (VINTE E DOIS!) aviões seqüestrados na tela de radar. Com os exercícios, a maioria dos aviões interceptadores estavam na fronteira com o Canadá, e apenas 8 estavam de prontidão, mas sem saber QUAL avião era real ou não. Que conveniente, não?
World Trade Center; 9:02 a.m

Avião da United Airlines atinge a torre sul do WTC. Desta vez todas as câmeras estavam apontadas para o local, e registraram o impacto ao vivo e a cores, em imagens que foram exibidas à exaustão. Perfeito para criar uma comoção mundial e fazer a população dos EUA abdicar de sua liberdade em favor do governo.

Um fato interessante é que até hoje as TVs mostram as imagens em câmera lenta. Ao vermos o vídeo em velocidade normal é que temos uma idéia de COMO foi precisa a manobra. Lembre-se que vários pilotos deram depoimentos à TV, e eles também estavam impressionados com a habilidade desses pilotos, pois nos lembravam o tempo todo que pilotar um Boeing não é como pilotar um avião qualquer (o que já não é coisa das mais fáceis). Notem que o avião faz uma manobra segundos antes de se chocar. Uma manobra altamente precisa para poder entrar no prédio sem que o arrasto aerodinâmico do avião criasse um colchão de ar, que certamente o desviaria de sua rota.

Isso nos faz lembrar da precisão com que os mísseis guiados por satélite alcançam. Quem não viu no Iraque a imagem de mísseis entrando por uma janela? A tecnologia já é empregada em aviões há algum tempo, e que poderia ser implementada nos Boeings com relativa facilidade.

Operadores de tráfego aéreo não acharam a rota anormal porque achavam tratar-se de mais uma simulação do NORAD (Comando e Defesa Aérea dos EUA) que, nos últimos dois anos, vinha realizando simulações com aviões de verdade que representavam aeronaves civis sequestradas, usadas como mísseis, e um dos alvos era o World Trade Center!
Washington; 9:25 a.m

Um avião sem identificação aparece na tela do radar de Dallas. Pela manobra que ele executa (um U em alta velocidade) todos pensam se tratar de um caça militar. Às 9:37 ele se choca com o Pentágono. Posteriormente o governo informou que era o vôo 77 (aquele, que sumiu do radar).

Nenhum dos seqüestradores que pilotavam eram bons pilotos. Tiveram lições de vôo, mas todos os instrutores disseram que eles eram um fracasso. O pior de todos era Hani Hanjour, que falhou miseravelmente em todos os cursos do qual participou. Em agosto de 2001, ele tentou alugar um Cesna, mas num teste o instrutor viu que ele não conseguia pousar, e nem sequer controlar um aviãozinho de hélice! Pois foi esse “piloto” que o FBI quer nos fazer acreditar que se chocou contra o Pentágono, numa manobra quase impossível de executar mesmo para pilotos militares altamente qualificados: segundo o pessoal do tráfego aéreo que acompanhava no radar, ele fez uma volta de 270º enquanto descia vertiginosamente dois mil metros em dois minutos, para nivelar a poucos metros do chão (o suficiente pra quebrar as lâmpadas de postes do Pentágono) e descer mais ainda, mantendo a turbina a poucos centímetros do solo (sem que isso arruinasse o gramado do Pentágono) para que fosse possível bater no primeiro andar. Tudo isso a 640 Km/h, e voando manualmente num cockpit cujos avisos sonoros e visuais transformam o espaço do piloto numa verdadeira discoteca!!!! Nada mal para alguém que nunca sentou num Boeing antes… Mas, digamos que ele tenha tido sorte de principiante. Pode acontecer, não pode? Claro, se as leis da física deixassem de vigorar (como no caso do passaporte antichamas)! O arrasto aerodinâmico de um avião a quase 700km/h destruiria tudo ao seu redor, antes de tocar no edifício.’);” class=”overlib”>impossibilitaria o vôo (já a metros do chão, imagine a centímetros!) e ensurdeceria as pessoas que ouviram o som do que bateu no Pentágono. Todas disseram que era um Whooooshhhhh! Ora, um 757 não faz Whosh. Pela posição em que elas estavam, estariam surdas e traumatizadas até hoje pelo som das turbinas.

No dia 11 de setembro de 2003, numa discussão na TV Bandeirantes, dois especialistas falaram sobre uma gravação feita do estacionamento do Hotel Hilton, que fica ao lado do Pentágono (mas a boa distância, claro) e tem uma câmara de segurança olhando para o Pentágono. Essa gravação mostra um objeto voador chegando rasteiro, voando rasante a dois metros de distância do solo e se chocando contra o Pentágono. A gravação, na verdade, não estava autorizada, e só foi possível mostrar fotogramas. Mas o especialista disse que conhece a gravação e é possível ver uma coisa se movendo e se chocando e vídeo completo, onde pode-se ver algo que parece um avião, quase se arrastando no chão, que deixa um rastro de fumaça branca, mas que definitivamente NÃO é um 757.’, CAPTION, ‘Saiba mais’, STICKY);” class=”overlib”>explodindo.

Os EUA juram que era um Boeing. Os dois especialistas na Band contestam de pés juntos. E eles apontam mais um mistério: encontraram o bico do avião por trás das paredes do edifício. Ora, com a grossa parede protegida por camadas de aço uns quatro metros de proteção, rigidez e grossura, era para um avião se desintegrar todo. Corpos, lataria, tudo, por causa, também, do incêndio e explosão. Não podia ficar nada. O tal bico encontrado era de uma liga duríssima com que, afirmaram com toda segurança, não se fabricam Boeings. Então um engenheiro ligou à emissora para uma ressalva: Se tivesse sido um Boeing vindo de frente, pelo menos o trem de pouso ficaria (sem falar nas asas), pois com o choque eles se arrancariam e ficariam para trás, e teriam sido encontrados. Os especialistas concordaram com esse engenheiro (Uma análise da física envolvida no atentado ao Pentágono conclui que não poderia ser um Boeing). Outro site, armado apenas de bom-senso e fotografias, também conclui o mesmo. E o mais famoso site, visto por muitos, possui uma animação em Flash em português que mostra toda a farsa do Pentágono, com relatos das testemunhas, fotos que mostram não poder ter sido um 757, etc.

Outra grande “coincidência”: Há cinco baterias antiaéreas extremamente sofisticadas ao redor do Pentágono. Elas operam automaticamente, e atiram em tudo o que não tenha identificação no radar. Por que elas não destruíram o avião?? A resposta do Pentágono vai no mesmo nível da “bala mágica” e do “passaporte indestrutível”: o sistema automático havia sido desativado justo naquele dia pra ser realizado um exercício militar!

Quem estava no controle da NORAD (Comando e Defesa Aérea dos EUA) neste dia? Quem? Quem? Dick Cheney, o vice de Bush. Pela primeira vez na história desse país, o comando do NORAD havia sido entregue ao poder executivo, e não a um general militar, isso a apenas três meses dos atentados!

Agora, uma incrível “coincidência” que só faz aumentar a especulação em torno do envolvimento do Governo Bush: No programa de TV “Hannity & Colmes Propaganda Hour” o apresentador pede ao Dr. James H. Fetzer, membro da “9/11 Scholars for Truth”, se ele pode nos dar alguma evidência da participação do Governo Bush nos atentados. Ele respondeu:
O Secretário de Transportes Norman Minetta deu um depoimento à Comissão 9/11, que investigou oficialmente o caso. Ele disse que encontrou o Vice-Presidente Cheney no bunker em Washington, às 9:20 da manhã do dia dos ataques (ou seja, 5 minutos antes do ataque ao Pentágono). A cada poucos segundos um jovem entrava na sala e dizia: “Senhor, está a 50 milhas de distância. Senhor, está a 40 milhas de distância…” e por aí vai. Finalmente, o jovem perguntou ao Vice: “Senhor, as ordens ainda valem?” Cheney respondeu com irritação: “Mas claro, as ordens ainda valem! Você ouviu alguém dizer o contrário?”

Só depois Minetta ficou sabendo que o jovem estava se referindo ao suposto vôo 77 que estava rumando para Washington, e as ordens a que o jovem se referia era pra NÃO abater o avião.

O mais interessante vem agora: Na manhã seguinte, menos de 12 horas após a entrevista ir ao ar, o Secretário Norman Minetta pediu demissão do cargo!! Saiu “porque quis”, disse ele, e que estava “em busca de novos desafios“. Acredite, se quiser…
World Trade Center; 9:59 a.m

Torre sul do WTC desmorona. Há indícios de que as torres foram implodidas com cargas de demolição previamente plantadas, e por isso elas teriam caído daquela forma. Para um prédio cair assim, como uma implosão, é necessário que o fogo tenha atingido as estruturas de forma igual, intensa e constante, para que elas se partam ao mesmo tempo, em tão curto espaço de tempo. Ninguém, nem os bombeiros, policiais ou mesmo o próprio Osama, esperavam que os prédios caíssem com os estragos do avião. As comunicações de rádio dos bombeiros que estavam nos andares superiores das Torres indicam claramente que os incêndios estavam sob controle e que as estruturas não estavam em risco de ruir. Mas (quase) todos os especialistas disseram (a posteriori) que foi o “intenso” calor do fogo do combustível (em torno de 2000º F) que enfraqueceu as vigas, não suportando assim o peso do prédio. Estranho que o querosene do avião – único combustível suficiente pra atingir tais temperaturas – durasse tanto. Mas, se estava tão quente assim, como explicar um vídeo de uma sobrevivente acenando exatamente de onde o avião entrou (veja detalhe na foto)? Aquilo não deveria ser o “ground zero” do calor? O único especialista a discordar é justamente o mais importante: Kevin Ryan, do Underwriters Laboratories, a companhia que certificou o aço usado na construção do WTC. Em carta ao instituto nacional de padrões e tecnologia, ele explica: “Nós sabemos que o aço usado foi certificado como ASTM E119. A curva de temperatura exigida para este padrão requer que as amostras sejam expostas a temperaturas de 2000º F por diversas horas. E, como ambos temos de concordar, o aço usado (no WTC) se encaixa nessas especificações. Além disso, eu acho que ambos concordamos que mesmo um aço que não seja à prova de fogo não irá derreter até atingir temperaturas que deixem o aço em brasa, perto de 3000º F. Não faz o menor sentido o Dr. Brown falar que 2000º F derreteu o aço de alta qualidade usado nestes prédios”. Resultado? Kevin Ryan foi demitido.

O professor de FÍSICA da Brigham Young University, Steven E. Jones, publicou um artigo onde sustenta a hipótese de que as torres foram demolidas, e faz análises precisas do metal derretido encontrado nos destroços do WTC e mesmo em imagens ANTES da queda, que indicam (pela cor) o uso de algo como Thermite pra derreter as colunas de metal que sustentam as torres (e explicaria o porquê da queda vertiginosa). Resultado? A Universidade o afastou do trabalho em setembro de 2006, e deu a ele férias remuneradas.

Além das imagens do desabamento mostrarem algumas explosões vários andares abaixo que poderiam ser cargas explosivas, temos o depoimento de alguns bombeiros (registrados em vídeo), capitães de polícia e testemunhas de que houveram várias explosões antes do desabamento. No vídeo 11/9, feito pelos documentaristas franceses dentro da Torre Norte, ouvem-se essas explosões sucessivas pouco antes da queda (e fica por isso mesmo, sem explicação). Mas há uma testemunha especial nisso tudo: William Rodriguez, funcionário da manutenção, que foi um verdadeiro herói, abrindo as portas para que as pessoas pudessem evacuar o prédio. Reentrou por três vezes na Torre Norte, sendo o último a sair dela com vida. Ele (e mais 14 pessoas) não só sentiu explosões no subsolo – segundos antes que o avião atingisse a primeira torre – como ajudou um colega vítima dessas explosões, que estava no subsolo e sofreu queimaduras graves na mão e rosto. Também ouviu uma série de pequenas explosões entre o 20º e o 30º andar, quando já estava ajudando os sobreviventes. Ele tenta contar esta história aos jornalistas, chegou inclusive a gravar uma longa entrevista para a NBC, mas nada foi divulgado dentro dos EUA. Durante anos ele vem recebendo pequenos “alertas” de jornalistas pra não falar essas coisas, que ele não sabe com o que está se metendo, etc. A teoria de uma explosão no subsolo é reforçada pelo depoimento de um bombeiro no documentário 9/11, ao ver a destruição no Hall de entrada: “Havia corpos por toda parte” “tivemos a impressão de que o avião havia atingido o Hall”. Segundos os jornalistas, seria por conta do combustível dos aviões, descendo em chamas pelo poço do elevador. Estranho que nada parecido tenha sido relatado na Torre Sul…
Pensilvânia; 10:10 a.m

Vôo 93 da United Airlines cai sobre uma área rural em Shanksville, Pensilvânia, após ter sido perseguido por dois caças interceptadores. A versão oficial é que os passageiros conseguiram lutar com os seqüestradores e o avião acabou perdendo altitude e caindo. Acho que só mesmo os parentes das vítimas acreditam nessa versão “heróica”. Ou então as leis da física REALMENTE tiraram férias nesse dia. Pelo visto os seqüestradores se comunicavam através de um estranho sistema de bilhetes deixados dentro das malas lacradas, pois essa frase foi encontrada na bagagem de um deles: “Que cada um encontre sua lâmina para massacrar a presa”. Ceeerto….

O fato é que NADA (nada mesmo) explica que um avião caindo no chão por inteiro deixe destroços espalhados por uma área com mais de seis quilômetros, sem falar no relato das testemunhas que viram destroços caindo do céu…
World Trade Center; 10:28 a.m

Torre Norte do WTC desmorona. Uma grande questão para o expert em demolição Mark Loizeaux, presidente da Controlled Demolition Inc., é o porquê das duas torres terem caído de forma diferente. A Torre Sul, diz Loizeaux, caiu como uma árvore, que é o que se espera de uma demolição não-controlada. Mas a Torre Norte caiu verticalmente, “telescopicamente”. “Não tenho a menor idéia de como aconteceu”. E diz “se eu fosse implodir as torres, eu colocaria explosivos no subsolo para fazer o peso do edifício ajudar na queda”. É estranho pensar num desabamento natural, com pedaços caindo um em cima do outro, quando se vê que o prédio quase todo “virou poeira” no ar mesmo. É ainda mais estranho quando se vai para a matemática e se percebe que uma viga de aço, se jogada em queda livre do 94º andar do WTC, demoraria 8.4 segundos pra atingir o chão, mas que o prédio TODO de 110 andares caiu neste mesmo tempo!

A pergunta que se faz é: Como um grupo de demolição poderia agir instalando dezenas ou centenas de cargas explosivas dentro de um prédio empresarial sem ser notado? Fácil: isolando andares inteiros por “Revista People que nas semanas anteriores ao 11/9 sessões inteiras das duas torres e do prédio 7 foram esvaziadas sem aviso prévio para “treinos” e “razões de segurança”.’, CAPTION, ‘Saiba mais’, STICKY);” class=”overlib”>questão de segurança“! Segundo um dos guardas, “nas últimas semanas a segurança estava reforçada por conta de certas ameaças por telefone, mas na quarta (dia 05) os cachorros detectores de bombas foram removidos“. O dia 11 foi o primeiro dia em que não houve segurança nos andares, apenas na base do prédio. Quem era o diretor da Kwaitiano… os mesmos que foram invadidos pelo Iraque em 1990.’);” class=”overlib”>empresa de segurança do WTC? Quem? Quem? Marvin Bush, o irmãozinho caçula de Bush!!! E que, por um acaso do destino, também era o diretor da HCC Insurance Holdings, a companhia de seguros por trás do WTC.

Bem, mas se fossem mesmo bombas, os investigadores encontrariam evidências nos destroços, certo? Sim, se o acesso de especialistas ao local tivesse sido permitido pelo prefeito de NY Rudolph Giuliani, que isolou a área até mesmo ao FEMA (Agência Federal especializada em desastres), e vendeu rapidamente todo o aço para empresas metalúrgicas da Ásia e Índia, numa destruição ABSURDA de evidência (principalmente pra quem foi procurador federal, como Giuliani). E quem ficou responsável pelas investigações no local? Quem? Quem? Os mesmos responsáveis pela “investigação” do atentado à bomba em Oklahoma
Outras evidências

Oficialmente as caixas-pretas de todos os aviões foram destruídas, embora elas sejam feitas para ser praticamente indestrutíveis (esse foi o primeiro caso na história da aviação que uma caixa-preta foi completamente destruída. E aconteceu 4 vezes no mesmo dia!). Mas pelo menos dois dos trabalhadores no local dos destroços tiveram a coragem pra afirmar que ajudaram a encontrar 3 das 4 caixas-pretas, e que elas foram levadas pelos federais, que mandaram que eles “não dissessem nada”.

Os telefonemas via celular – alegadamente feitos pelos passageiros dos vôos – provaram ser impossíveis de serem realizados pelo Professor A. K. Dewdney. O avião United 93 mesmo estava a 35,000 pés de altitude, e os celulares começam a falhar logo acima dos 2.000 pés!! E ainda assim tiveram relatos de ligações com até 20 minutos!!!

O ex-chefe de economia de Bush começou a questionar o desabamento das Torres, e fala em demolição controlada. E o ex-ministro da Defesa alemã, Andreas von Bulow, afirmou que a CIA está implicada nos atentados, e publicou o livro 9/11 e a CIA, dizendo que, se a administração Bush não participou dos atentados, certamente permitiu sua execução.

O WTC-7, um dos prédios ao redor das Torres, foi claramente implodido, como pode-se ver nos vídeos. A desculpa oficial é que o prefeito armazenava óleo diesel na base do prédio! Em ato falho, o dono do complexo WTC, Larry Silverstein, deixou escapar numa entrevista à TV que deu autorização aos bombeiros para “arrancar” (pull) o prédio 7, o que, no jargão da indústria de demolição, significa “implodir controladamente”.

O pai de Mohammed Atta fez um monte de acusações que carecem de comprovação, como a lenda urbana de que 4.000 israelenses não foram trabalhar no WTC nesse dia. É ridículo imaginar o Mossad (serviço de inteligência israelense) ligando pra cada um dos 4.000 trabalhadores avisando “vai ter um atentado dia 11, não vão trabalhar nesse dia”, mas é interessante notar que apenas um israelense morreu nas Torres (e dois nos aviões), e que um grupo de israelenses estava filmando as Torres – quatro horas depois dos atentados – enquanto riam, dançavam e choravam de alegria. Foram presos por “comportamento enigmático”, e pelo menos dois deles eram do Mossad, mas disseram não saber com antecedência dos ataques… ceeerto. Mas o fato é que pelo menos DOIS trabalhadores da empresa israelense Odigo (de mensagens instantâneas) foram alertados DUAS HORAS ANTES do ataque. Por quem? Por Bin Laden? Sabe-se também que pessoas da comunidade árabe em NY, como o estudante árabe-americano que, no meio de uma discussão política dentro da sala de aula, apontou para as torres e disse: “vê aquilo? Não estará mais lá semana que vem!”. Circulava esse rumor na comunidade, o que confirma o fato de que gente dos dois lados (árabes e israelenses) sabiam do atentado.

Três meses antes dos ataques às torres, o World Trade Center foi alugado a um setor privado (Silverstein Group) por $3.2 bilhões, a ser pago em 99 anos. Só que as Torres demandavam reparos na ordem de $200 milhões, o que significa um ano dos lucros do WTC. Os ataques de 11 de setembro mudaram todo o cenário (não só literalmente): Em vez de reformas, a Silverstein estará reconstruindo tudo, bancado pelo seguro (Da empresa dirigida pelo irmãozinho de Bush, não esqueçam!), que “fortuitamente” cobria atos de terrorismo. O total é de $3.5 bilhões de dólares, o que seria suficiente pra construir um maravilhoso complexo, mas esperem! Graça ao amigo, o prefeito de NY Michael Bloomberg, ele encontrou investidores dispostos a pagar a construção de um novo WTC, ou seja, os $3.5 bilhões pra vão direto para a poupança do sortudo Larry
Silverstein
!

Bush foi alertado um mês antes que Osama iria seqüestrar aviões nos EUA, e o prefeito de San Francisco, Willie Brown, recebeu 8 horas antes um telefonema do seu pessoal de segurança no aeroporto dizendo para os americanos terem cuidado com transportes aéreos. Nenhum dos dois falou nada antes do acidente.

A transação “put options” (Uma espécie de “aposta” de que as ações vão baixar de preço) de ações da United Airlines e da American Airlines multiplicaram-se nos três dias anteriores ao atentado…


Quando a história se repete…Referência: Toda a mentira sobre o avião do Pentágono;
Loose change: um dos melhores documentários com evidências;
September 11 – Evidence to the Contrary. Vídeo com 1:30 (192 MB) de evidências como as expostas neste post, e muito mais! Obrigatório pra qualquer um que se interesse pelo assunto (link para o torrent);
9/11 Revisited – Were explosives used? Outro vídeo que questiona o uso de explosivos pra derrubar as Torres;
Palestra com o Prof. Steven Jones, onde mostra que foram usados dispositivos incendiários pra derrubar o WTC;
vídeos em alta resolução, links e animações cobrindo TUDO sobre os atentados;
Alguns fatos em português;
Notícias oficiais que mostram as incongruências e acobertamentos;
Site espanhol com notícias underground sobre o 11 de setembro

Caso alguns dos links esteja fora do ar, acesse a cópia deles entrando no site www.archive.org

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