Gênesis 41: O PODER DA ATITUDE CERTA

DEUS ESTÁ ESCREVENDO UMA HISTÓRIA
Eis a narrativa bíblica, como apresentada nos versos 1, 8-14, 32, 53 e 54:
(1) Ao final de dois anos, o faraó teve um sonho. Ele estava em pé junto ao rio Nilo. (8) Pela manhã, perturbado, mandou chamar todos os magos e sábios do Egito e lhes contou os sonhos, mas ninguém foi capaz de interpreta. Então o chefe dos copeiros disse ao faraó: “Hoje me lembro de minhas faltas. Certa vez, o faraó ficou irado com os seus dois servos e mandou prender junto com o chefe dos padeiros, na casa do capitão da guarda. Certa noite cada um de nós teve um sonho, e cada sonho tinha uma interpretação. Pois bem, havia lá conosco um jovem hebreu, servo do capitão da guarda. Contamos a ele os nossos sonhos, e ele os interpretou, dando a cada um de nós a interpretação do seu próprio sonho. E tudo aconteceu conforme ele nos dissera: eu fui restaurado à minha posição e o outro foi enforcado. O faraó mandou chamar José, que foi trazido depressa do calabouço. (32) O sonho veio ao faraó duas vezes porque a questão já foi decidida por Deus, que se apressa em realiza. (53) Assim chegaram ao fim os sete anos de fartura no Egito, e começaram os sete anos de fome, como José tinha predito. Houve fome em todas as terras, mas em todo o Egito havia alimento (Gênesis 41.1, 8-14, 32, 53-54).

Deus estava escrevendo uma história. O Faraó não o sabia. José o sabia, pela fé, embora não conhecesse o conteúdo prévio desta história.
Deus estava escrevendo uma história, mas José estava na cadeia por ter ficado com Deus e se negado sexualmente a uma mulher. Neste tempo, certamente José orou. Na cadeia se tem muito tempo. Ouvindo recentemente o testemunho do escritor Carlos Moraes, que passou vários anos preso, eu me recordei do que me disse um presidiário a quem visitei: eles acordam muito cedo, o que torna o dia muito longo. Dá tempo para esperar a liberdade e dá tempo para orar. Certamente, José esperava a justiça de Deus e orava. É até possível que, algum momento nos dois anos desta prisão, tenha-se desesperado. Deus demorou dois anos para se manifestar e alterar o enredo da história que estava escrevendo…
Deus demorou dois para intervir. Deus demorou dois anos para agir. Deus demorou dois anos para fazer justiça. Deus demorou dois anos para reinstituir a esperança.
Deus demorou dois anos para reavivar a memória do copeiro-chefe. Deus demorou dois anos para vencer o egoísmo de alguém que fora beneficiado por José. Deus demorou dois anos para falar e, quando o faz, Ele o faz por meio de sonhos. E por que o faz por meio de sonhos? Por que naquela época era esta a linguagem que melhor falava ao coração. Os sonhos faziam parte da realidade daqueles povos antigos. Deus sempre fala a linguagem do coração, e num modo que o coração entenda e a razão compreenda.

Deus ainda está escrevendo uma história, cujo enredo não conhecemos, mas como desfecho imaginamos. Nós podemos crer que a história se encaminhar para o bem daqueles que amam a Deus.
Deus ainda fala. Ele fala diretamente por Sua Palavra que inspirou na Escritura ao longo de séculos. Ele fala diretamente por meio de pessoas, que interpretam esta Palavra. Ele fala diretamente por meio da natureza que contemplamos. Ele fala por meio de sons soprados ao nosso espírito pelo Seu Espírito. Ao tempo de José, Deus fala uniformemente, por meio de sonhos. No nosso tempo, Deus falar pluriformemente, por meio da Sua Palavra, por meio dos intérpretes da Sua Palavra, por meio da comunicação aos nossos sentidos, até mesmo da comunicação direta, meios todos que devem ser conferidos com a Palavra escrita dEle. Ele não deixou Sua Palavra, para ser mais uma palavra, mas para ser a Palavra, onde não há confusão nem ilusão nem empulhação.

APRENDAMOS COM JOSÉ A CONFIAR. É como se narrativa dissesse: José ficou aguardando, sabendo que Deus estava escrevendo uma história e, na hora certa, iria agir.

2
MESMO SABENDO QUE DEUS ESTÁ ESCREVENDO A HISTÓRIA, HÁ FATOS NELA QUE NOS ASSUSTAM E QUE DEMANDAM COMPREENSÃO

Governante do maior império do seu tempo, o Faraó teve um sonho que não conseguiu entender, nem seus assessores para assuntos oníricos souberam interpretar (versos 1-8).

Ao final de dois anos, o faraó teve um sonho.
Ele estava em pé junto ao rio Nilo, quando saíram do rio sete vacas belas e gordas, que começaram a pastar entre os juncos. Depois saíram do rio mais sete vacas, feias e magras, que foram para junto das outras, à beira do Nilo. Então as vacas feias e magras comeram as sete vacas belas e gordas. Nisso o faraó acordou.
Tornou a adormecer e teve outro sonho. Sete espigas de trigo, graúdas e boas, cresciam no mesmo pé. Depois brotaram outras sete espigas, mirradas e ressequidas pelo vento leste. As espigas mirradas engoliram as sete espigas graúdas e cheias. Então o faraó acordou; era um sonho.
Pela manhã, perturbado, mandou chamar todos os magos e sábios do Egito e lhes contou os sonhos, mas ninguém foi capaz de interpreta. (Gênesis 41.1-8)

O faraó tinha muitos sonhos. Um deles, no entanto, o perturbou. A perturbação veio do fato de não ter entendido nada. Aquele sonho estava fora do seu controle, logo dele que tudo controlava…  Autodivinizado, o faraó se achava acima da possibilidade de ser atingido por coisas ruins.

Também somos alcançados por fatos que nos perturbam. Os sonhos não nos incomodam mais, mas há fatos que nos incomodam e muito. Alguns são persistentes, como o sonho faraônico. Outros são totalmente incompreensíveis. Como podem espigas magras engolir espigas boas? (verso 24). Há coisas nos acontecendo na vida que não podemos explicar.
A vida é feita de revezes. Nela experimentamos tempos de coisas vacas gordas (isto é: tempo bons, que registramos em fotos e filmes); nesse tempo, nunca nos surpreendemos, como se fossem naturais à experiência humana. Às vezes, nem sequer nos lembramos que são dádivas de Deus, porque todas as coisas boas vêm de dEle (Tiago 1.17). Na vida experimentamos tempos de coisas magras (isto é: tempos em que nada dá certo); então, oramos e nos perguntamos por que. Às vezes, nos surpreendemos, como o Faraó, que coisas ruins nos aconteçam.
Podemos e devemos viver de modo a minimizar a ocorrência de fatos perturbadores, como José sempre fez. No entanto, o mundo jaz no maligno Por isto, participamos de fatos que nos incomodam. Não podemos evitar muitos destes fatos, mas devemos ter uma atitude saudável diante deles. Neste caso, Faraó não é exemplo; ele se perturbou.

José, diante de sua própria dor e diante da perturbação do imperador, teve uma atitude sobre a qual vale a pena refletir. Eis o que disse o filho de Jacó: Deus revelou ao faraó o que ele está para fazer. As sete vacas boas são sete anos, e as sete espigas boas são também sete anos; trata-se de um único sonho. As sete vacas magras e feias que surgiram depois das outras, e as sete espigas mirradas, queimadas pelo vento leste, são sete anos. Serão sete anos de fome. É exatamente como eu disse ao faraó: Deus mostrou ao faraó aquilo que ele vai fazer (versos 25-28).
José creu que Deus é um Deus que age. Podia parecer impensável para aquela gente, mas Deus estava acima do Faraó. A história podia parecer sem sentido, mas Deus era o sentido da história e tudo ficaria claro quando Sua ação ficasse evidente para todos, como logo ficaria. José cria que Deus era poderoso, mesmo quando este poder parecia enrolado nas confusas teias da história.
Aprendamos com José a reconhecer a sabedoria e a soberania de Deus.
Diante do poderoso governante, ele responde: “não sei interpretar seu sonho por mim mesmo, mas Deus me usará para explicar este pesadelo para o senhor”.
José sabia que podia contar com o recurso divino para aquela hora tão dramática e tão esperada. Ele ouviu o relato, e também não entendeu nada. A partir do seu reconhecimento, Deus lhe revelou o significado daqueles sonhos, que, no fundo, eram o mesmo. Para José, sonhos eram palavras de Deus. Para nós, os atos da história são gestos de Deus para conosco, mesmo que venham de Satanás, como no caso de Jó.
Precisamos sempre nos lembrar que Deus é soberano. Nossas vidas não estão à deriva. Deus está no comando. Precisamos sempre nos lembrar que Deus é sábio. Por mais que nos autodivinizemos, como fazia o senhor do Egito, pouco sabemos sobre a vida presente, nada sabemos sobre nossa vida futura. Precisamos nos lembrar que podemos contar com os recursos divinos. Para interpretar os sonhos próprios ou alheios, José podia contar com a sabedoria divina. Para conviver com os fatos que nos incomodam e adoecem, podemos contar com a sabedoria de Deus; não estamos sozinhos, mas esta pode ser uma escolha: lutar sozinhos.

3
NA HISTÓRIA QUE DEUS ESCREVE, TEMOS TAREFAS A CUMPRIR.

Para preservar a liberdade humana, Deus escreve sua história entre os homens e entre as mulheres por meio das ações de homens e mulheres.

1. José soube se conduzir de modo certo na oportunidade surgida. (O faraó mandou chamar José, que foi trazido depressa do calabouço. Depois de se barbear e trocar de roupa, apresentou-se ao faraó — verso 14).
A vida é feita de regras e ele não poderia comparecer de qualquer maneira diante do Faraó. Por isto, ele se barbeia e troca de  roupa. Ele cuida de sua aparência, para não parecer um derrotado. Ele se porta com dignidade diante de um alto dignitário. Esta era a oportunidade que Deus lhe dava e ele não iria perde por causa de um desleixo. Não era hora de aparecer maltrapilho para mostrar o quanto estava sendo maltratado. Não era hora de ser vítima. Era de ser vitorioso. Por isto, ele se barbeou.
E ele também trocou de roupa. Talvez tenha tirado o seu uniforme de presidiário e posto alguma roupa guardada há muito tempo. Ele não queria a piedade do faraó. Ele queria usar bem a oportunidade, oportunizada por Deus, aquele que — podemos confiar — escreve a história.
Deus deu a José uma tarefa, e ela começava com uma atitude adequada para a situação.

2. José teve a coragem que a hora demandava. O faraó lhe disse: Tive um sonho que ninguém consegue interpretar. Mas ouvi falar que você, ao ouvir um sonho, é capaz de interpreta. Que peso!  Tantos tinham falhado antes dele. José não tremeu. Antes, respondeu ao poderoso rei: Isso não depende de mim, mas Deus dará ao faraó uma resposta favorável (verso 16). José teve um coragem entusiasmada, vinda de sua confiança em Deus. Não foi petulância.
José teve a dependência que o tornava forte. Ele era forte, mas sua força vinha de Deus. Ele era sábio, mas sua sabedoria vinha de Deus. Ele era paciente, mas sua paciência vinha de Deus. José tinha planos, mas os seus planos eram os de Deus. José tinha uma palavra a dizer, mas diria o que Deus lhe dissesse para dizer. Os homens e mulheres precisam de homens e mulheres de Deus que lhes diga o que fazer. Gente antenada. Gente que estuda. Gente que dependa de Deus. Gente que tenha um plano, o plano de Deus.

3. José demonstrou competência e manteve a integridade quando chegou ao poder (Gênesis 41.41-49) Na história que Deus escreveu, José foi escolhido uma espécie de primeiro ministro do governo de Faraó, que determinou: Entrego a você agora o comando de toda a terra do Egito. Ele se tornou um político. Segundo a narrativa do Gênesis, o faraó tirou do dedo o seu anel-selo e o colocou no dedo de José. Mandou-o vestir linho fino e colocou uma corrente de ouro em seu pescoço. Também o fez subir em sua segunda carruagem real, e à frente os arautos iam gritando: “Abram caminho!”. Assim José foi colocado no comando de toda a terra do Egito. José tinha 30 anos de idade quando começou a servir ao faraó, rei do Egito. Ele se ausentou da presença do faraó e foi percorrer todo o Egito. Durante os sete anos de fartura a terra teve grande produção. José recolheu todo o excedente dos sete anos de fartura no Egito e o armazenou nas cidades. Em cada cidade ele armazenava o trigo colhido nas lavouras das redondezas. Assim José estocou muito trigo, como a areia do mar. Tal era a quantidade que ele parou de anotar, porque ia além de toda medida (Gênesis 41.41-49).
Devemos ser competentes naquilo que fazemos, porque aquilo que fazemos é a ação de Deus no mundo. José fez a sua parte. Depois de empossado, foi inspecionar a terra. Foi pôr o plano de Deus em ação. Deus precisa de homens e mulheres para pôr Seus planos em ação.
Quando um cristão age com competência e integridade, Deus abençoa o mundo, a família, a igreja, a escola. Não é só a igreja que é o campo de atuação de Deus no mundo. Quem mais precisa de graça, que o mundo, a família, o trabalho, a escola?
Quanto à integridade, devemos viver de tal modo que aqueles que nos conhecem possam dizer de nós: Será que vamos achar alguém como este homem, em quem está o espírito divino? (verso 38).
O que fazem os cristãos quando chegam ao poder? O que fazemos os cristãos quando são elevados a um cargo mais elevado ou são eleitos para uma função pública ou quando são escolhidos para um ofício na igreja? Devem fazer como José, mantendo sua integridade, esforçando-se ao máximo para fazer o melhor.
No caso da política, ela sempre implica em negociação e na aceitação de certos condicionamentos. Ele aceitou uma mulher. José experimentou isto, quando teve que mudar de nome e se casar com uma egípcia, em atenção às as regras do “itamaraty da época”. Segundo lemos, o faraó deu a José o nome de Zafenate-Panéia e lhe deu por mulher Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om (verso 45)..
Nenhumas negociações ou nenhuns condicionamentos, contudo, podem flexibilizar os valores absolutos de Deus. Quando temos que negociar, não podemos olhar para baixo, mas para cima, onde Deus está.
O faraó e seu séquito o reconheciam. Tanto é que, quando introduziram José na vida palaciaana, mudaram o seu nome, o que não era muito comum na cultura egípcia: Zafenate-Panéia era agora o seu nome, que, provavelmente, significa “O Deus que fala e vive”.

4
PARA  AGIR DE MODO CERTO, PRECISAMOS DE UMA VISÃO CERTA DE DEUS

José tomou atitudes certas porque tinha uma visão de Deus certa que lhe dava uma visão igualmente correta da vida. Esta visão está clara pelos nomes que deu aos seus filhos egípcios. Diz a Bíblia que antes dos anos de fome, Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om, deu a José dois filhos. Ao primeiro, José deu o nome de Manassés, dizendo: “Deus me fez esquecer todo o meu sofrimento e toda a casa de meu pai”. Ao segundo filho chamou Efraim, dizendo: “Deus me fez prosperar na terra onde tenho sofrido” (Gênesis 41.50-52).
Os nomes Massassés e Efraim não contêm nenhuma referência explícita a Deus, como Daniel, que significa El (Deus) é meu juiz; ou Elias, que significa El (Deus) é a minha salvação; ou Israel, príncipe de El (Deus); ou Samuel, ouvido de El (Deus), entre outros. Quando os egípcios ouviam aqueles nomes não escutavam o nome de Deus, mesmo porque não o reconheceriam, já que Manassés e Efraim eram nomes hebraicos.
No entanto, quando José os pronunciava estava explícito o lugar deles na sua vida e o lugar de Deus nas vidas deles. Manassés significa “aquele que faz esquecer” e Efraim quer dizer “duplamente próspero”. José, ao pronunciar estes nomes, ouvia, respectivamente: Deus me fez esquecer todo o meu sofrimento e toda a casa de meu pai e Deus me fez prosperar na terra onde tenho sofrido.
Esses nomes contêm o segredo de José. Para viver naquela terra, habitação da saudade, ele precisava esquecer a sua própria terra e a sua própria família. Não podia voltar para lá e para eles — esta era uma impossibilidade. E ele os esqueceu, no sentido que não passou os seus dias lamentando as suas perdas. E ele sabia que foi Deus quem fez isto com ele.
Para prosperar naquela terra, estranha terra, ele precisava que Deus o fizesse prosperar. E Deus o fez.
Quando José precisou esquecer, Deus fez que esquecesse. Quando José precisou prosperar, Deus fez que prosperasse.
José tinha uma visão correta de Deus. Na hora do sofrimento, Deus estava com ele. Na hora da prosperidade, Deus estava com ele.
Quando foi caluniado pela esposa do seu chefe, Deus estava com ele. Quando foi esquecido por um amigo, Deus ainda assim estava com ele. Quando compareceu diante do faraó, Deus estava com ele. Quando ascendeu ao poder máximo, Deus estava com ele. Quando lhe nasceram os filhos, Deus estava com ele e lhes deu estes presentes como mais uma manifestação da Sua graça.

***
Qual é a atitude certa, portanto, a ser tomada na vida?

1. Aprendamos, com José, a confiar que Deus está escrevendo uma história conosco e, na hora certa, Ele vai agir. Deus é um Deus que age. Tudo pode parecer sem sentido, mas Deus é o sentido da história.

2. Aprendamos, com José, a viver de modo a minimizar a ocorrência de fatos perturbadores. Aprendamos a desenvolver uma atitude saudável diante daqueles que ainda assim nos alcançam.

3. Aprendamos, com José, a reconhecer a sabedoria e a soberania de Deus. O reconhecimento da grandeza de Deus não serve apenas para nos humilhar mas também para nos capacitar a esperar; não tem sentido esperar num Deus do nosso tamanho, mas faz todo sentido esperar num Deus sábio e soberano, magnífico e majestoso. Busquemos sempre Este recurso. Nunca estamos sozinhos.

4. Aprendamos, com José, a nos conduzir de modo certo nas oportunidades que Deus nos oferece. Isto implica em coragem, competência e integridade. Que nos chamem de Zafenate-Panéia, isto é, que vejam em nós pessoas por intermédio de quem Deus fala e vive, por termos o Espírito de Deus consoco, isto é, por vivermos de acordo, não com o nosso espiritio, mas segundo Espírito de Deus.

Sua vida está dura? Veja se não tem vivido de modo a atrair problemas; se está, peça sabedoria a Deus. Se não está, peça a proteção de Deus. Ele estará com você na aflição; Ele estará com você na prosperidade.
Você está sendo caluniado ou injustiçado? Mantenha a sua confiança que Deus está no controle.
Você tem uma causa na justiça, que nunca é julgada, embora pareça que você vai ganhar? Lembre-se que Deus vai agir, porque Ele sempre age. O seu juízo é justo, embora possa parecer tardio.
Há uma grande oportunidade diante de você? Vá em frente, sabendo que tudo dependerá de Deus.

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